A arte que veste memória
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A arte que veste memória
Com ilustrações de Willian Vilela Ramos e textos de Antonio Roberto de Paula, o Museu Esportivo de Maringá apresenta uma coleção exclusiva de criações artísticas que dão vida a camisetas, canecas e diversos materiais gráficos personalizados do MEM.
Cada peça nasce da união entre criatividade, originalidade e sensibilidade, traduzindo a identidade, os valores e o propósito do Museu: celebrar, preservar e exaltar a história e a beleza do esporte.
As ilustrações revelam delicadeza, movimento e emoção; os textos transformam sentimentos e memórias em poesia. O refinamento dos traços de Willian Vilela Ramos encontra a sensibilidade da escrita de Antonio Roberto de Paula, formando uma parceria que conferiu ao MEM uma personalidade visual e literária única.
Mais do que produtos personalizados, essas obras representam uma forma de expressão artística, levando a identidade do Museu Esportivo de Maringá para além de suas paredes e aproximando o público da memória esportiva por meio da arte.
No esporte, assim como na vida, não importa o quanto você se preparou, prepare-se para improvisar.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Se o Brasil tem memória curta, a gente estica.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Cada jogo tem sua beleza e sua arte. Cada ação é única. A bola em jogo traça seu próprio caminho.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
MEM – Livro de memórias escrito a cada dia.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Sou o eterno garoto chutando bola numa rua sem fim.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Cada jogo tem sua beleza e sua arte. Cada ação é única. A bola em jogo traça seu próprio caminho.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Duas pedras de cada lado. E o campo está armado. É o jogo de bola na rua, que dura do sol até a lua.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Todos os dias a bola escreve poesias.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Agora, em algum lugar, alguém chuta uma bola. A paixão não para.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Atualize-se com as nossas antiguidades.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Sou um eterno garoto chutando bola numa rua sem fim.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Nossa matéria-prima são as lembranças.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Sai o gol do meu time. Aí desperta o menino. Momento tão sublime. Eu, cantador, bailarino.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Futebol mágico, trágico, lógico, lúdico, profissão, brinquedo, sonho, guerra, medo, pureza, dinheiro, vida, paixão, amor por inteiro, ilusão.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
O antigo revelado é mais novo do que o novo.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Todos os dias a bola escreve poesias.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
O sonho é um retângulo verde onde uma bola rola, dribla o tempo e faz o gol. No placar eletrônico da imaginação, a paixão infinita vence sempre.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Nossa matéria-prima são as lembranças.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.
Se a gente não contar a história hoje, amanhã não haverá quem conte.
Arte: Willian Vilela Ramos. Texto: Antonio Roberto De Paula.