Vejo o Museu Esportivo de Maringá (MEM) como um espetacular acervo do esporte maringaense, mas também por promover reunião de ex-atletas e torcedores(as) e voluntariado para ações sociais. Como acervo, é visível a beleza do Museu com imagens que, por si só, narram a história do esporte maringaense de forma criativa e detalhada, também com a colaboração das pessoas que doam objetos e suas lembranças. Posso afirmar que o Museu salva vidas ao reunir pessoas que estavam isoladas em suas casas e agora tem motivo e força pra se encontrarem,  contar as histórias do esporte e colocar muitos risos em suas vidas. Como esposa do Luis Antônio (ex-jogador de futebol profissional), tenho a oportunidade de acompanhar a trajetória do Museu mais de perto, pelas reuniões e atividades. É inegável, também, a contribuição do MEM como voluntariado tanto em ações assistenciais quanto de mobilização. Pra exemplificar, na pandemia, o MEM esteve presente em ações parceiras com os Vicentinos e a Associação Maria do Ingá Direitos da Mulher para arrecadação e entrega de produtos de higiene e limpeza para mulheres. Também, os amigos e amigas do Museu participaram de ações no combate à violência contra a mulher, organizadas pelo Conselho da Mulher e pelo Fórum Maringaense de Mulheres. Nosso carinho pelo MEM é imenso! Parabéns Antonio Roberto De Paula, Simone Labegalini  e grupo de apoio por manter viva nossa história.

Tania Tait, professora doutora aposentada do Departamento de Informática da UEM, coordenadora da Associação Maria do Ingá Direitos da Mulher. Atleta de natação e GRD na adolescência.

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